Buda Sentado com pote Preto (100cm)

EMP131

Novo

Escultura de Buda sentado, com pote nas mãos, esculpido em mármore.

O ‘pote do mendicante’ refere-se à pratica de austeridade, pois comia quantidades extremamente pequenas de comida.

R$ 3.650,00

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Representação de Buda sentado com pote nas mãos

Especificações:

Código EMP131

Material Mármore
Largura 50cm
Altura 100cm
Profundidade 30cm
Peso 380kg

História:

O ‘pote do mendicante’ refere-se à história que conta que, pouco antes de Buda atingir a Iluminação, uma jovem chamada Sijata ofereceu a ele uma tigela de leite de arroz. Naquele tempo, ele estava praticando a austeridade, e comia quantidades extremamente pequenas de comida. Mas ele percebeu, naquele momento, que precisaria de mais força para os passos finais em direção à Iluminação, e continuar em jejum somente reduziria ainda mais a sua energia. Após atingir a Iluminação, dizem que ele jogou fora o pouco que havia restado no pote, para representar sua renúncia a todas as posses materiais. Encontrar o caminho do meio entre a extrema austeridade e a completa ligação à vida é um importante princípio do Budismo.

O pote também mostra o modo de vida de um monge, que deve sair do monastério em direção à vila todas as manhãs, e viver apenas do que é colocado nele pela população leiga.

A pequena história a seguir mostra a profundidade das lições budistas, sobre a capacidade do ser humano conseguir viver, renunciado aos bens materiais:

 

“Um viajante chegou a uma humilde cabana, onde se dirigiu pedindo água e pousada. Quando chegou, foi recebido por um monge budista, que lhe ofereceu acolhimento. Ao reparar na simplicidade da casa e, sobretudo, na ausência de mobília, o viajante, curioso,  indagou:

– Onde estão os teus móveis?

– Onde estão os teus? – devolveu o monge.

– Estou aqui só de passagem – respondeu o andarilho

– Eu também… - respondeu o monge.”

 

Viver apenas com o necessário não significa somente se desapegar de bens materiais que apenas servem para demonstrar uma riqueza exterior feita de posses passageiras. Significa também manter dentro de si mesmo apenas aqueles valores que farão e trarão o bem a si mesmo e aos outros. A empáfia, a arrogância, a demonstração vaidosa do conhecimento inútil, muitas vezes cegam o ser humano e o impedem de ver a vida em sua simplicidade divina.

Veja como Buda passou este ensinamento aos seus discípulos nesta outra pequena história:

 

“Buda reuniu seus discípulos, e mostrou uma flor de lótus – símbolo da pureza, porque cresce imaculada em águas pantanosas.

– Quero que me digam algo sobre isto que tenho nas mãos – perguntou Buda.

O primeiro fez um verdadeiro tratado sobre a importância das flores.

O segundo compôs uma linda poesia sobre suas pétalas.

O terceiro inventou uma parábola usando a flor como exemplo.

Chegou a vez de Mahakashyao. Este aproximou-se de Buda, cheirou a flor e acariciou seu rosto com uma das pétalas.

– É uma flor de lótus – disse Mahakashyao. Simples e bela.

– Você foi o único que viu o que eu tinha nas mãos – disse Buda.”

A estátua de Buda é a representação do fundador do budismo. Além disso, como em muitas religiões, a estátua é o símbolo tangível de uma crença, nesse caso da cultura budista. No entanto, ela transcendeu sua origem religiosa e também se tornou um símbolo popular na cultura ocidental.

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Buda Sentado com pote Preto (100cm)

Buda Sentado com pote Preto (100cm)

Escultura de Buda sentado, com pote nas mãos, esculpido em mármore.

O ‘pote do mendicante’ refere-se à pratica de austeridade, pois comia quantidades extremamente pequenas de comida.

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